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17 de setembro de 2021 by Cobra Reumatologia 0 Comentários

Entrevista da Dra. Jaqueline Lopes, para o programa Manhã Brasil da Rádio Brasil Campinas

Por Jaqueline Lopes para Rádio Brasil

A Dra. Jaqueline Lopes, participou do programa Manhã Brasil da Rádio Brasil Campinas (AM 1270), para explicar a ligação entre a depressão e as doenças reumatológicas. Confira a participação.
Estamos no mês do setembro amarelo, se ficou alguma dúvida, escreva aqui nos comentários. A equipe médica da Cobra Reumatologia tem o maior prazer em responder.

* Jaqueline Lopes é reumatologista, na Clínica de Reumatologia Prof. Dr. Castor Jordão Cobra, em São Paulo.

13 de agosto de 2021 by Cobra Reumatologia 0 Comentários

Artrite lúpica

Por Bruna Giusto para o Aqui em Casa

* Bruna Giusto é reumatologista, na Clínica de Reumatologia Prof. Dr. Castor Jordão Cobra, em São Paulo.

25 de junho de 2021 by Cobra Reumatologia 0 Comentários

Baixa temperatura afeta pessoas com doenças reumáticas

Por Murillo Dório para Rádio Tarde Nacional

Especialista explica sobre as doenças e dá dicas de como ajudar no alívio dos sintomas

Por conta do inverno e suas baixas temperaturas, reumatologistas alertam para os desafios da estação. O frio traz complicações para os mais de 15 milhões de brasileiros que têm algum tipo de doença reumática. Tais doenças afetam os ossos, articulações, músculos, e tudo que integra o aparelho locomotor. A queda de temperatura pode causar contração e rigidez na musculatura, o que acarreta dor e desconforto para esses pacientes.

Nesta quinta-feira (24), o Tarde Nacional conversou com o  Murillo Dório, médico especialista da Cobra Reumatologia sobre o assunto. De acordo com ele, as doenças mais comuns a serem desenvolvidas nessa época do ano, e que apresentam piora no quadro, são principalmente a artrose e a lombalgia, assim como outros quadros de inflamação nas articulações.

Em entrevista, o médico explica o que acontece com aparelho locomotor durante o frio:

“Quando a temperatura cai, os nossos músculos e tendões, em volta da articulação, ficam mais contraídos e um pouco mais rígidos. Então depois que a gente fica um tempo parado e sentado na cadeira e vai levantar, essa musculatura e tendões mais rígidos estiram de maneira mais intensa por causa da contração, e isso acaba gerando um pouquinho mais de dor.”

Segundo o médico, alguns estudos mostram que a umidade do ar e pressão atmosférica também afetam o sintomas na articulação. Assim como, o aumento do sedentarismo durante a pandemia, que também tem agregado no acometimento dessas doenças. Por isso, ele lembra da importância da procura por especialistas e tratamentos, e dá dicas de como enfrentar esta época do ano, com a movimentação do corpo em casa, e o aquecimento da musculatura.

Ouça a entrevista completa no link: Tarde Nacional

* Murillo Dório é reumatologista, na Clínica de Reumatologia Prof. Dr. Castor Jordão Cobra, em São Paulo.

16 de junho de 2021 by Cobra Reumatologia 0 Comentários

Mulher Maravilha (Multitarefas)

Por Camille Pinto Figueiredo para Rádio Cultura

Ouça a entrevista na íntegra acessando o site da Rádio Cultura: Clique aqui

* Camille Pinto Figueiredo é reumatologista, na Clínica de Reumatologia Prof. Dr. Castor Jordão Cobra, em São Paulo.

1 de junho de 2021 by Cobra Reumatologia 0 Comentários

Entrevista Rádio Metropolitana Dra. Camille Figueiredo

Por Camille Pinto Figueiredo para Metropolitana

* Camille Pinto Figueiredo é reumatologista, na Clínica de Reumatologia Prof. Dr. Castor Jordão Cobra, em São Paulo.

18 de maio de 2021 by Cobra Reumatologia 0 Comentários

Fibromialgia: uma doença invisível com desafios reais

Por Rafael Andreussi para Veja Saúde

A fibromialgia é uma doença invisível e muitas vezes mal compreendida, marcada pela presença de dores generalizadas e crônicas. É considerada a segunda causa mais frequente de consultas médicas com reumatologistas e, de acordo com a Sociedade Brasileira de Reumatologiaentre 9 e 26% dos pacientes com o problema estão afastados do trabalho por incapacidade provocada pela dor

A síndrome afeta cerca de 5% da população mundial e mais de 4 milhões de brasileiros. Mulheres, entre 25 e 65 anos, representam as pessoas mais surpreendidas pelo diagnóstico, embora indivíduos mais jovens e idosos também possam manifestar a doença.

Com causa ainda desconhecida, muitos aspectos relacionados aos gatilhos para o desenvolvimento da fibromialgia foram elucidados nas últimas décadas pela medicina. Hoje sabemos que sua origem é multifatorial e a genética e o ambiente contribuem para a alteração da percepção da dor e o surgimento dos sintomas.

Traumas físicos e emocionais podem ser responsáveis por despertar a síndrome, enquanto a ansiedade e a depressão tendem a agravar o quadro. Vale alertar que infecções virais e doenças autoimunes, como artrite reumatoide e lúpus eritematoso sistêmico, também são possíveis gatilhos.

O sintoma principal da fibromialgia é a dor muscular e articular difusa, mas os pacientes sofrem ainda com fadiga intensa e sono não restaurador. Dores de cabeça, comprometimento da memória, dificuldade de concentração, tristeza e irritabilidade são frequentes. Outros sintomas como dormência e formigamento corporal, sensação de enrijecimento das articulações, cólicas abdominais e queixas urinárias também podem estar presentes.

A fibromialgia não tem cura, mas uma abordagem multidisciplinar, envolvendo remédios e tratamentos não medicamentosos, é capaz de aliviar os sintomas e melhorar a qualidade de vida. Entre os fármacos utilizados estão os analgésicos, relaxantes musculares, antidepressivos e moduladores da dor, embora o principal tratamento da fibromialgia seja a prática de exercícios físicos, principalmente aeróbicos, como caminhadas, natação ou bicicleta.

No início, o paciente pode apresentar acentuação das dores, mas a atividade física deve ser sempre encorajada pelos seus benefícios comprovados na melhora da dor crônica, do cansaço, do sono e do humor. Fisioterapia, acupuntura e práticas que mesclam movimento e meditação, como ioga, também são indicadas. Já uma abordagem psicológica com terapia cognitiva-comportamental ajuda o paciente a aprender a enfrentar seus sintomas — estudos apontam menor uso de medicações analgésicas pelos adeptos da psicoterapia.

Uma questão que vem sendo debatida entre especialistas e pacientes é a influência da dieta no tratamento de dores crônicas. Cardápios ricos em alimentos frescos, integrais, com alto teor de fibras, proteínas e antioxidantes naturais e com baixo teor de açúcar reduziriam a sensibilidade à dor e garantiriam mais disposição para o paciente realizar suas atividades cotidianas.

A dor da fibromialgia é real e quando se fala dessa doença tão comum em nosso meio é importante reconhecer que o problema vai além da dor. Procurar um especialista é fundamental para iniciar um tratamento capaz de amenizar os sintomas e garantir o bem-estar global do paciente.

* Rafael Andreussi é reumatologista, na Clínica de Reumatologia Prof. Dr. Castor Jordão Cobra, em São Paulo.

18 de maio de 2021 by Cobra Reumatologia 0 Comentários

Dia Mundial da Fibromialgia: entenda o que é a doença das dores

Por Mariana Ortega Perez para Yahoo Finanças

Na última quarta-feira (12) foi celebrado o Dia Mundial da Fibromialgia. E não é apenas o nome da doença que assusta: seus sintomas e o caminho até fechar o diagnóstico correto também são atormentadores. De acordo com a Sociedade Brasileira de Reumatologia (SBR), cerca de 5% das brasileiros são acometidos por essa incompreendida enfermidade.

Dores difusas por todo o corpo, cansaço extremo para realizar as atividades diárias, dores de cabeça, alterações de ritmo intestinal e sono não reparador (acordar cansado, como se não tivesse dormido) são alguns dos principais sintomas. “Cerca de 30 a 50% dos pacientes com fibromialgia apresentam depressão, ansiedade ou alterações de humor”, afirma a reumatologista Mariana Ortega Perez, especialista pela SBR e doutora pela Faculdade de Medicina e Saúde da Universidade de São Paulo (FMUSP), onde atua como pesquisadora, ao Olhar Digital.

Segundo a médica, a patologia não tem uma causa definida. “Não sabemos ao certo a causa da fibromialgia. Acredita-se que tenha componente multifatorial, com participação de fatores genéticos e ambientais. Alguns pacientes relatam que desenvolveram a doença após um gatilho ambiental, como trauma físico ou emocional, o que necessita ser sempre avaliado e abordado adequadamente”.

É o caso da professora Jaqueline Umezaki, 36, de Curitiba (PR). Ela conta que, em 2007, trabalhava como atendente de telemarketing e, por utilizar muito a mão direita para digitar no teclado numérico, com apenas 15 minutos de descanso por dia, acabou contraindo dores quase insuportáveis, que a levaram a procurar atendimento médico.

“Comecei a sentir muita dor na mão e procurei um clínico geral, que me deu remédio para tendinite e me encaminhou para um ortopedista”, recorda Jaqueline. “Tirei várias radiografias, fiz exames de sangue, tratamento com acupuntura, fisioterapia e nada resolvia. Fui em especialista em dedos da mão, depois ombro, cotovelo, braço. Até que um me encaminhou para um reumatologista, dizendo que era fibromialgia”.

Além do esforço repetitivo, Jaqueline conta que havia muita cobrança e pressão por cumprimento de metas no trabalho que realizava na época, o que lhe ocasionava um elevado grau de estresse. “Então, eu acredito que tenha um fundo emocional sim”, afirma.

O mesmo aconteceu com Patricia Alves Barbosa, 42, que é gestora em Recursos Humanos em Pindamonhangaba (SP). “Eu acredito que as dores podem ser psicossomáticas, pois meu trabalho é muito estressante e passei por muitas situações difíceis, como um relacionamento abusivo que chegou a situações extremas, minha mãe com câncer, entre outros problemas”, explica Patricia.

Ela relata que acabou ficando desempregada, o que, somado a outros fatores, a impediu de dar andamento às investigações e a fechar um diagnóstico preciso, mas que tudo indica que realmente é um caso de fibromialgia, de acordo com os médicos que a atenderam na época.

“Sinto muitas dores pelo corpo todo: braços, pescoço, pernas, tudo. Em uma consulta clínica, relatei sobre as dores, a vontade de não fazer nada e, muitas vezes, nem de levantar da cama. Parecem dores tensionais, mas podem ser por eu ter síndrome de Hashimoto, uma doença autoimune”, revela a paulista.

* Mariana Ortega Perez é reumatologista, na Clínica de Reumatologia Prof. Dr. Castor Jordão Cobra, em São Paulo.

18 de maio de 2021 by Cobra Reumatologia 0 Comentários

Artrite e artrose: 5 dicas simples para acabar com os incômodos

Por Mariana Ortega Perez para Revista Ana Maria

A artrite reumatoide é uma doença reumática que leva à inflamação das articulações, causando dor e inchaço nas mãos, punhos, joelhos e tornozelos. Já a artrose, também chamada de osteoartrose ou osteoartrite, é uma doença degenerativa das articulações e leva a um desgaste da cartilagem, podendo ser acompanhada também de inflamação. 

Os cuidados para quem sofre desses males são bastante parecidos e indispensáveis para uma melhor qualidade de vida. Mariana Ortega Perez, especialista na Cobra Reumatologia e membro da Comissão de Osteoporose e Doenças Osteometabólicas da Sociedade Brasileira de Reumatologia, ensina regrinhas de ouro para amenizar os sintomas. Confira!

1 – ABANDONE O SEDENTARISMO
A prática de exercícios traz diversos benefícios, como ganho de força muscular, flexibilidade e equilíbrio. Além disso, ajuda a controlar a doença, com melhora da dor, sono e humor. O planejamento do programa de atividade física precisa ser feito conjuntamente pelo paciente e um profissional habilitado. A progressão da carga e intensidade dos exercícios devem ser realizadas gradativamente.

2 – ALIMENTAÇÃO SAUDÁVEL
Evite alimentos industrializados e condimentados, e controle a ingestão de sódio e carboidrato. Priorize uma alimentação rica em frutas, vegetais e carne. Pacientes com doenças reumáticas apresentam maior risco de osteoporose, devendo priorizar o consumo de cálcio pela dieta, quando não houver intolerância ao leite e derivados.

3 – CUIDADO COM OS SAPATOS
Opte por calçados confortáveis, fechados e com solado rígido para melhor estabilidade. Para as mulheres, o ideal é evitar o uso de salto alto. Às pessoas com deformidades e calosidades nos pés decorrentes da artrite reumatoide, recomenda-se o uso de sapatos especiais, de acordo com cada problema. Um calçado adequado garante equilíbrio articular e evita quedas.

4 – PROTEÇÃO ARTICULAR
Use de maneira racional e inteligente as suas articulações. Algumas atividades podem piorar as dores. Adapte esses movimentos a outros que não sejam doloridos. Distribua a carga em mais de uma articulação e evite permanecer na mesma posição por muito tempo e segurar objetos com muita força.

5 – TECNOLOGIA E DISPOSITIVOS ADAPTADOS
Tudo que puder ser automatizado, assim deve ser feito. Exemplos: cabos engrossados (de canetas, escova e talheres), tiras elásticas para facilitar o manuseio de talheres e abridores de lata adaptados.

* Mariana Ortega Perez é reumatologista, na Clínica de Reumatologia Prof. Dr. Castor Jordão Cobra, em São Paulo.

31 de março de 2021 by Cobra Reumatologia 0 Comentários

Entrevista Rádio Trianon Dra. Camille Figueiredo

Por Camille Pinto Figueiredo para Rádio Trianon

* Camille Pinto Figueiredo é reumatologista, na Clínica de Reumatologia Prof. Dr. Castor Jordão Cobra, em São Paulo.

20 de março de 2021 by Cobra Reumatologia 0 Comentários

Entrevista RJTV Dra. Camille Figueiredo

Por Camille Pinto Figueiredo para RJTV

* Camille Pinto Figueiredo é reumatologista, na Clínica de Reumatologia Prof. Dr. Castor Jordão Cobra, em São Paulo.