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Category: Saúde

20 de dezembro de 2021 by Cobra Reumatologia 0 Comentários

Entrevista Rádio Trianon Dra. Natália Spolidoro

Por Natalia Spolidoro para Rádio Trianon

A Dra. Natália de Oliva Spolidoro Paschoal participou do programa O Melhor para a Melhor Idade, na Rádio Trianon (AM 470), para falar sobre as dores na Terceira Idade. Ela explicou também os riscos da automedicação e outros fatores de risco para o desenvolvimento das dores! Venha conferir as dicas que ela passou!

* Natália Spolidoro é reumatologista, na Clínica de Reumatologia Prof. Dr. Castor Jordão Cobra, em São Paulo.

10 de novembro de 2021 by Cobra Reumatologia 0 Comentários

Doenças reumáticas

Por Felipe Mendonça para Diário da Região

Outubro é o mês dedicado a combater doenças reumáticas. Segundo a Sociedade Brasileira de Reumatologia, as doenças reumáticas afetam cerca de 15 milhões de pessoas no Brasil, prejudicando diretamente o aparelho locomotor. A campanha tem como objetivo mostrar a importância do diagnóstico precoce, para a realização do tratamento imediato.

Diferentemente do que muitos pensam, as doenças reumáticas não acometem apenas idosos. Adultos, jovens e até crianças podem sofrer com o problema. “Existe uma crença equivocada de que doenças reumáticas, também conhecidas popularmente como reumatismos, são doenças exclusivas da idade avançada, ou seja, do idoso. Na verdade, as doenças reumáticas podem acometer qualquer faixa etária, inclusive crianças. Cada doença reumática tem uma certa predileção por idades específicas. Por exemplo, a osteoartrite, popularmente conhecida como ‘artrose’, é de fato bem mais frequente no idoso, geralmente ocorrendo a partir dos 50 anos. Já a febre reumática, inicia-se quase que exclusivamente antes dos 20 anos. Ou seja, dependendo da doença reumática, a faixa etária mais acometida é diferente, incluindo no conjunto das doenças todas as faixas etárias”, diz o reumatologista Felipe Mendonça de Santana, da Cobra Reumatologia.

Segundo o médico, cada doença reumática tem um gatilho para seu início, bem como fatores de riscos próprios. Sendo assim, as medidas preventivas variam de acordo com cada doença reumática. “Algumas delas apresentam fatores de riscos que não são modificáveis, ou seja, não são preveníveis. Por exemplo, a espondilite anquilosante, uma doença reumática que acomete preferencialmente a coluna de pessoas jovens, é influenciada principalmente por fatores genéticos, que não são, por sua vez, preveníveis ou modificáveis. Já a gota, uma doença reumática que surge por um excesso de ácido úrico no sangue, apesar de ter um componente genético, é também influenciada pelo padrão dietético. Sendo assim, uma dieta balanceada e saudável, evitando alimentos ricos em ácido úrico (bebidas alcoólicas, carnes vermelhas, frutos do mar) ajuda a reduzir a chance de a doença vir a se manifestar. Da mesma forma, as artroses das articulações (‘juntas’) dos membros inferiores, como é o caso da artrose do quadril e do joelho, é muito influenciada pelo peso excessivo, e padrões dietéticos e exercícios que ajudem a manter um peso adequado são fundamentais para evitar o surgimento e a progressão dessas doenças”, explica.

Como diagnosticar doenças reumáticas

O diagnóstico das doenças reumáticas é sempre baseado pelas queixas dos pacientes. Santana explica que apesar do quadro clínico variar substancialmente a depender do tipo de reumatismo em questão, a maioria das doenças reumáticas apresentam alguma combinação dos seguintes sinais e sintomas: dores nas juntas por mais de seis semanas; calor, vermelhidão e inchaço nas juntas; dificuldade para se movimentar ao acordar; dores e fadigas musculares.

O médico diz que diante de alguns destes sintomas, é necessário realizar uma investigação com um reumatologista, que procederá com um exame físico das juntas e, na maioria dos casos, com a solicitação de exames complementares que ajudam definir qual o tipo de reumatismo em questão. “Uma vez identificada a doença reumática, o tratamento instituído poderá incluir mudanças no padrão dietético, exercícios específicos de reabilitação, medicações (sejam orais ou injetáveis) e, em alguns casos, até mesmo cirurgia. É importante ter em mente que a maioria dos reumatismos são crônicos, ou seja, persistem durante toda a vida, e consequentemente necessitam de acompanhamento e tratamento continuado”, alerta.

Saiba mais

O reumatismo é um termo popular que se refere às doenças reumáticas. Estas representam, na realidade, um grupo de patologias – mais de 100 – que afetam o aparelho locomotor, como articulações (“juntas”), músculos, cartilagens, ossos, tendões e ligamentos. Além do aparelho locomotor, as doenças reumáticas também podem atingir outras partes do corpo, como olhos, intestino, coração, pulmões, rins e, até mesmo, a pele. Entre as mais comuns estão a osteoporose, tendinites, febre reumática, fibromialgia, artrite reumatoide, espondilite anquilosante, gota, entre outras.

* Felipe Mendonça é reumatologista, na Clínica de Reumatologia Prof. Dr. Castor Jordão Cobra, em São Paulo.

21 de outubro de 2021 by Cobra Reumatologia 0 Comentários

Entrevista da Dra. Jaqueline Lopes, para TV Pai Eterno

Por Jaqueline Lopes para Rádio Brasil

De acordo com dados do Ministério da Saúde, cerca de 10 milhões de brasileiros sofrem com a osteoporose. A doença atinge principalmente mulheres. A Dra. Jaqueline Lopes, médica reumatologista, participou do programa Aqui em Casa – Consultório, para falar sobre o tema.

* Jaqueline Lopes é reumatologista, na Clínica de Reumatologia Prof. Dr. Castor Jordão Cobra, em São Paulo.

17 de setembro de 2021 by Cobra Reumatologia 0 Comentários

Entrevista da Dra. Jaqueline Lopes, para o programa Manhã Brasil da Rádio Brasil Campinas

Por Jaqueline Lopes para Rádio Brasil

A Dra. Jaqueline Lopes, participou do programa Manhã Brasil da Rádio Brasil Campinas (AM 1270), para explicar a ligação entre a depressão e as doenças reumatológicas. Confira a participação.
Estamos no mês do setembro amarelo, se ficou alguma dúvida, escreva aqui nos comentários. A equipe médica da Cobra Reumatologia tem o maior prazer em responder.

* Jaqueline Lopes é reumatologista, na Clínica de Reumatologia Prof. Dr. Castor Jordão Cobra, em São Paulo.

13 de agosto de 2021 by Cobra Reumatologia 0 Comentários

Artrite lúpica

Por Bruna Giusto para o Aqui em Casa

* Bruna Giusto é reumatologista, na Clínica de Reumatologia Prof. Dr. Castor Jordão Cobra, em São Paulo.

25 de junho de 2021 by Cobra Reumatologia 0 Comentários

Baixa temperatura afeta pessoas com doenças reumáticas

Por Murillo Dório para Rádio Tarde Nacional

Especialista explica sobre as doenças e dá dicas de como ajudar no alívio dos sintomas

Por conta do inverno e suas baixas temperaturas, reumatologistas alertam para os desafios da estação. O frio traz complicações para os mais de 15 milhões de brasileiros que têm algum tipo de doença reumática. Tais doenças afetam os ossos, articulações, músculos, e tudo que integra o aparelho locomotor. A queda de temperatura pode causar contração e rigidez na musculatura, o que acarreta dor e desconforto para esses pacientes.

Nesta quinta-feira (24), o Tarde Nacional conversou com o  Murillo Dório, médico especialista da Cobra Reumatologia sobre o assunto. De acordo com ele, as doenças mais comuns a serem desenvolvidas nessa época do ano, e que apresentam piora no quadro, são principalmente a artrose e a lombalgia, assim como outros quadros de inflamação nas articulações.

Em entrevista, o médico explica o que acontece com aparelho locomotor durante o frio:

“Quando a temperatura cai, os nossos músculos e tendões, em volta da articulação, ficam mais contraídos e um pouco mais rígidos. Então depois que a gente fica um tempo parado e sentado na cadeira e vai levantar, essa musculatura e tendões mais rígidos estiram de maneira mais intensa por causa da contração, e isso acaba gerando um pouquinho mais de dor.”

Segundo o médico, alguns estudos mostram que a umidade do ar e pressão atmosférica também afetam o sintomas na articulação. Assim como, o aumento do sedentarismo durante a pandemia, que também tem agregado no acometimento dessas doenças. Por isso, ele lembra da importância da procura por especialistas e tratamentos, e dá dicas de como enfrentar esta época do ano, com a movimentação do corpo em casa, e o aquecimento da musculatura.

Ouça a entrevista completa no link: Tarde Nacional

* Murillo Dório é reumatologista, na Clínica de Reumatologia Prof. Dr. Castor Jordão Cobra, em São Paulo.

16 de junho de 2021 by Cobra Reumatologia 0 Comentários

Mulher Maravilha (Multitarefas)

Por Camille Pinto Figueiredo para Rádio Cultura

Ouça a entrevista na íntegra acessando o site da Rádio Cultura: Clique aqui

* Camille Pinto Figueiredo é reumatologista, na Clínica de Reumatologia Prof. Dr. Castor Jordão Cobra, em São Paulo.

1 de junho de 2021 by Cobra Reumatologia 0 Comentários

Entrevista Rádio Metropolitana Dra. Camille Figueiredo

Por Camille Pinto Figueiredo para Metropolitana

* Camille Pinto Figueiredo é reumatologista, na Clínica de Reumatologia Prof. Dr. Castor Jordão Cobra, em São Paulo.

18 de maio de 2021 by Cobra Reumatologia 0 Comentários

Fibromialgia: uma doença invisível com desafios reais

Por Rafael Andreussi para Veja Saúde

A fibromialgia é uma doença invisível e muitas vezes mal compreendida, marcada pela presença de dores generalizadas e crônicas. É considerada a segunda causa mais frequente de consultas médicas com reumatologistas e, de acordo com a Sociedade Brasileira de Reumatologiaentre 9 e 26% dos pacientes com o problema estão afastados do trabalho por incapacidade provocada pela dor

A síndrome afeta cerca de 5% da população mundial e mais de 4 milhões de brasileiros. Mulheres, entre 25 e 65 anos, representam as pessoas mais surpreendidas pelo diagnóstico, embora indivíduos mais jovens e idosos também possam manifestar a doença.

Com causa ainda desconhecida, muitos aspectos relacionados aos gatilhos para o desenvolvimento da fibromialgia foram elucidados nas últimas décadas pela medicina. Hoje sabemos que sua origem é multifatorial e a genética e o ambiente contribuem para a alteração da percepção da dor e o surgimento dos sintomas.

Traumas físicos e emocionais podem ser responsáveis por despertar a síndrome, enquanto a ansiedade e a depressão tendem a agravar o quadro. Vale alertar que infecções virais e doenças autoimunes, como artrite reumatoide e lúpus eritematoso sistêmico, também são possíveis gatilhos.

O sintoma principal da fibromialgia é a dor muscular e articular difusa, mas os pacientes sofrem ainda com fadiga intensa e sono não restaurador. Dores de cabeça, comprometimento da memória, dificuldade de concentração, tristeza e irritabilidade são frequentes. Outros sintomas como dormência e formigamento corporal, sensação de enrijecimento das articulações, cólicas abdominais e queixas urinárias também podem estar presentes.

A fibromialgia não tem cura, mas uma abordagem multidisciplinar, envolvendo remédios e tratamentos não medicamentosos, é capaz de aliviar os sintomas e melhorar a qualidade de vida. Entre os fármacos utilizados estão os analgésicos, relaxantes musculares, antidepressivos e moduladores da dor, embora o principal tratamento da fibromialgia seja a prática de exercícios físicos, principalmente aeróbicos, como caminhadas, natação ou bicicleta.

No início, o paciente pode apresentar acentuação das dores, mas a atividade física deve ser sempre encorajada pelos seus benefícios comprovados na melhora da dor crônica, do cansaço, do sono e do humor. Fisioterapia, acupuntura e práticas que mesclam movimento e meditação, como ioga, também são indicadas. Já uma abordagem psicológica com terapia cognitiva-comportamental ajuda o paciente a aprender a enfrentar seus sintomas — estudos apontam menor uso de medicações analgésicas pelos adeptos da psicoterapia.

Uma questão que vem sendo debatida entre especialistas e pacientes é a influência da dieta no tratamento de dores crônicas. Cardápios ricos em alimentos frescos, integrais, com alto teor de fibras, proteínas e antioxidantes naturais e com baixo teor de açúcar reduziriam a sensibilidade à dor e garantiriam mais disposição para o paciente realizar suas atividades cotidianas.

A dor da fibromialgia é real e quando se fala dessa doença tão comum em nosso meio é importante reconhecer que o problema vai além da dor. Procurar um especialista é fundamental para iniciar um tratamento capaz de amenizar os sintomas e garantir o bem-estar global do paciente.

* Rafael Andreussi é reumatologista, na Clínica de Reumatologia Prof. Dr. Castor Jordão Cobra, em São Paulo.

18 de maio de 2021 by Cobra Reumatologia 0 Comentários

Dia Mundial da Fibromialgia: entenda o que é a doença das dores

Por Mariana Ortega Perez para Yahoo Finanças

Na última quarta-feira (12) foi celebrado o Dia Mundial da Fibromialgia. E não é apenas o nome da doença que assusta: seus sintomas e o caminho até fechar o diagnóstico correto também são atormentadores. De acordo com a Sociedade Brasileira de Reumatologia (SBR), cerca de 5% das brasileiros são acometidos por essa incompreendida enfermidade.

Dores difusas por todo o corpo, cansaço extremo para realizar as atividades diárias, dores de cabeça, alterações de ritmo intestinal e sono não reparador (acordar cansado, como se não tivesse dormido) são alguns dos principais sintomas. “Cerca de 30 a 50% dos pacientes com fibromialgia apresentam depressão, ansiedade ou alterações de humor”, afirma a reumatologista Mariana Ortega Perez, especialista pela SBR e doutora pela Faculdade de Medicina e Saúde da Universidade de São Paulo (FMUSP), onde atua como pesquisadora, ao Olhar Digital.

Segundo a médica, a patologia não tem uma causa definida. “Não sabemos ao certo a causa da fibromialgia. Acredita-se que tenha componente multifatorial, com participação de fatores genéticos e ambientais. Alguns pacientes relatam que desenvolveram a doença após um gatilho ambiental, como trauma físico ou emocional, o que necessita ser sempre avaliado e abordado adequadamente”.

É o caso da professora Jaqueline Umezaki, 36, de Curitiba (PR). Ela conta que, em 2007, trabalhava como atendente de telemarketing e, por utilizar muito a mão direita para digitar no teclado numérico, com apenas 15 minutos de descanso por dia, acabou contraindo dores quase insuportáveis, que a levaram a procurar atendimento médico.

“Comecei a sentir muita dor na mão e procurei um clínico geral, que me deu remédio para tendinite e me encaminhou para um ortopedista”, recorda Jaqueline. “Tirei várias radiografias, fiz exames de sangue, tratamento com acupuntura, fisioterapia e nada resolvia. Fui em especialista em dedos da mão, depois ombro, cotovelo, braço. Até que um me encaminhou para um reumatologista, dizendo que era fibromialgia”.

Além do esforço repetitivo, Jaqueline conta que havia muita cobrança e pressão por cumprimento de metas no trabalho que realizava na época, o que lhe ocasionava um elevado grau de estresse. “Então, eu acredito que tenha um fundo emocional sim”, afirma.

O mesmo aconteceu com Patricia Alves Barbosa, 42, que é gestora em Recursos Humanos em Pindamonhangaba (SP). “Eu acredito que as dores podem ser psicossomáticas, pois meu trabalho é muito estressante e passei por muitas situações difíceis, como um relacionamento abusivo que chegou a situações extremas, minha mãe com câncer, entre outros problemas”, explica Patricia.

Ela relata que acabou ficando desempregada, o que, somado a outros fatores, a impediu de dar andamento às investigações e a fechar um diagnóstico preciso, mas que tudo indica que realmente é um caso de fibromialgia, de acordo com os médicos que a atenderam na época.

“Sinto muitas dores pelo corpo todo: braços, pescoço, pernas, tudo. Em uma consulta clínica, relatei sobre as dores, a vontade de não fazer nada e, muitas vezes, nem de levantar da cama. Parecem dores tensionais, mas podem ser por eu ter síndrome de Hashimoto, uma doença autoimune”, revela a paulista.

* Mariana Ortega Perez é reumatologista, na Clínica de Reumatologia Prof. Dr. Castor Jordão Cobra, em São Paulo.